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Energia Solar Fotovoltaica para Todos


Cuidamos de tudo para você, desde o apoio ao processo de financiamento, concepção do projeto que melhor se adequa às suas
necessidades, adequação de toda a infra, instalação da usina, homologação, manutenção e pós-venda.


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Fundada por um time premiado de engenheiros com mais de 20 anos de mercado, a Sol de Minas acredita na excelência técnica do seu time, tecnologia de ponta que emprega e em sua competitividade comercial para oferecer a seus clientes a melhor solução: aquela que se encaixa como uma luva às suas necessidades!

Para isso, empregamos um software de simulação e o mapeamento aéreo via drone, tecnologias que nos permitem dimensionar a usina ideal para cada localização e ambiente, ajustando a angulação de cada módulo de forma individualizada. Tudo isso para maximizar a performance da sua usina, garantindo assim o máximo retorno para o seu investimento!

No final, ainda garantimos a entrega da energia contratada. É isso mesmo! Se, por qualquer motivo inerente ao projeto ou à sua execução, a usina não alcançar a geração proposta, assumimos qualquer ampliação que se faça necessária, sem custo adicional.


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Todas as obras são acompanhadas pela equipe de engenharia in loco. A performance energética da sua usina e seus equipamentos são garantidos por 25 anos!




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OPINIÕES DOS CLIENTES

Depoimentos

Alguma das opiniões dos nossos clientes!


  • “Antes de instalar a energia solar na minha casa, estava receosa em relação à economia efetiva que teria, bem como em relação à qualidade e continuidade da energia recebida. No entanto, a equipe da Sol de Minas foi super. profissional, esclarecendo todas minhas dúvidas e cuidando de todo o processo para mim. Não tive trabalho algum. Hoje, posso constatar mês-a-mês a economia em meu orçamento. Nunca vi um investimento que me trouxesse um retorno como este! Super recomendo a Sol de Minas. Equipe competente, solicita e cortês!!!”
    Ismar Andrade
  • “Equipe profissional e competente. Nos passou muita segurança e cuidou de tudo para nós! No final, fizeram mais do que estava combinado. Parabéns à Sol de Minas!”
    Diego Vieira
  • “O que mais me chamou atenção no serviço prestado pela Sol de Minas foi o acompanhamento e engajamento do engenheiro responsável pela obra, que acompanhava tudo de perto! Mas o mais importante: estou extremamente satisfeito com o resultado do trabalho! Recomendado.”
    Luiz Camisassa
  • “Em todo o serviço eu só tenho a agradecer porque foi nota mil! Todo mundo! O atendimento da Sol de Minas foi incomparável, sem igual! Vocês podem ter certeza que onde eu puder indicar, eu vou indicar. Tenham certeza disso!”
    Renata Capanema Lopes Gouvêa
    Proprietária da Academia Body Shape
  • “A empresa entregou um serviço excelente, num tempo recorde e no valor mais em conta dentre os orçamentos que cotamos. Precisa falar mais?”
    Roberto Fuzessy
cog
F.A.Q

Dúvidas Frequentes

Caso não encontre sua dúvida, entre em contato conosco, agora mesmo!


De quanto é a economia na conta de energia?
Com a energia solar fotovoltaica, você economiza até 95% na conta de energia elétrica. Infelizmente, você não consegue zerar seu custo junto a sua distribuidora de energia. Isso se deve à taxa mínima que deve ser paga, além das despesas com iluminação pública. No entanto, este custo mínimo é irrisório, o que faz com que o investimento em energia solar fotovoltaica valha muito a pena.
Quanto tempo leva para recuperar meu investimento?

Em média, entre 2,5 e 5 anos, dependendo da tarifa. Em Minas Gerais, por exemplo, o período de payback costuma ser menor, devido à alta tarifa cobrada pela distribuidora de energia.

No entanto, caso o sistema não seja financiado por capital próprio mas sim através de uma linha de crédito bancária, por exemplo, pode-se considerar que o período de payback é zero, já que a própria economia com a conta de energia mensal pode ser suficiente para cobrir o valor da parcela do financiamento e ainda deixar um troco no seu bolso desde o primeiro mês!

Quais os custos da Energia Solar?
Ao instalar um sistema fotovoltaico conectado à rede elétrica em sua casa, você economizará na sua conta de luz já no primeiro mês de funcionamento. O quanto irá economizar dependerá da potência do sistema fotovoltaico instalado, porém, você não precisará mais se preocupar com os aumentos da tarifa de energia por, no mínimo, 25 anos, que é o tempo de garantia fornecido por grande parte dos fabricantes de módulos fotovoltaicos.
É possível financiar a usina solar?

Sim, é possível. Existem várias linhas de financiamento disponíveis, tanto para empresas como pessoas físicas. Muitas vezes, o valor da parcela do financiamento é até inferior ao gasto mensal com energia elétrica.

Na prática, isso significa que você pode adquirir uma usina solar, tornando-se energeticamente autossustentável, sem investir um real a mais por isso, já que o valor financiado é pago com a economia gerada na conta de luz!

Quem paga pelos custos de adequação do sistema de medição?

Os custos com a adequação no sistema de medição de energia gerada e consumida deverão ser feitos pela distribuidora, sem cobrança de qualquer taxa para o proprietário de um microgerador. A ANEEL exige que seja utilizado um medidor bidirecional, o qual mede tanto o que foi gerado quanto o que foi consumido, ou dois medidores unidirecionais, um para medir a energia injetada na rede e outro pra medir a energia consumida.

Depois de instalado(s) o(s) medidor(es), a distribuidora é quem fica responsável pela operação e manutenção, incluindo os custos que isso possa envolver, bem como a realização e total custeio de todos os estudos para integração do sistema à rede.

Qual tecnologia é a mais barata?
O valor pago pelo sistema fotovoltaico depende do tipo de aplicação e do objetivo do projeto, considerando as limitações. Por exemplo, se houver uma grande disponibilidade de área e um valor fixo de potência desejada, o mais indicado pode ser o uso de filmes finos. Essa tecnologia normalmente é mais barata, porém tem uma menor eficiência. Se houver pouca área disponível para a potência desejada, será preciso buscar módulos com uma eficiência maior, os quais normalmente são mais caros.
O que é o IPTU Verde?
O IPTU Verde é um incentivo criado por algumas prefeituras brasileiras para promover a sustentabilidade. Voltado tanto para residências, quanto comércios e indústrias, ele premia com descontos no IPTU os imóveis que preservam o meio ambiente de alguma forma. Sustentabilidade é sinônimo de economia em algumas capitais, inclusive Belo Horizonte. Dividido entre as categorias Ouro, Prata e Bronze, iniciativas como reutilização da água da chuva e a produção da própria energia elétrica pela luz solar costumam ser premiadas com maiores descontos. No entanto, é fundamental se informar antes com a cidade em que o imóvel está localizado, para entender o que deve ser feito para obter os benefícios.
O que é o Sistema de Compensação de Energia Elétrica?

A Resolução Normativa ANEEL 482/2012 define o Sistema de Compensação de Energia Elétrica como um arranjo no qual a energia ativa injetada por unidade consumidora com micro ou minigeração distribuída é cedida, por meio de empréstimo gratuito, à distribuidora local e posteriormente compensada com o consumo de energia elétrica ativa.

Esse sistema é também conhecido pelo termo em inglês Net Metering. Nele, um consumidor de energia elétrica instala pequenos geradores em sua unidade consumidora (painéis solares fotovoltaicos) e a energia gerada é usada para abater o consumo de energia elétrica da unidade. Quando a geração for maior que o consumo, o saldo positivo de energia poderá́ ser utilizado para abater o consumo em meses subsequentes. Os créditos de energia gerados continuam válidos por 60 meses. Há ainda a possibilidade de o consumidor utilizar esses créditos em outras unidades previamente cadastradas dentro da mesma área de concessão e caracterizada como Autoconsumo Remoto, Geração Compartilhada ou integrante de empreendimentos de múltiplas unidades consumidoras (Condomínios).

O que é Autoconsumo Remoto?
Você pode compensar o consumo elétrico com créditos gerados também em unidades consumidoras em outro local, desde que esteja na mesma área de atendimento da distribuidora e no nome do mesmo titular. Um exemplo seria você instalar um sistema fotovoltaico em sua casa de praia e usar os créditos gerados lá para compensar o consumo de um apartamento no centro da cidade. 
O que é Geração Compartilhada?
Consumidores podem formar um consórcio ou cooperativa que pode reunir pessoas físicas ou jurídicas para repartir a energia gerada por um gerador solar fotovoltaico e, assim, participar do Sistema de Compensação de Energia.

O sistema de geração pode ser instalado em local diferente do consumo, mas deve estar em uma unidade sob a titularidade do consórcio ou da cooperativa, e na mesma área de concessão ou permissão dos consumidores participantes. Os créditos gerados podem ser utilizados pelos cooperados/consorciados em suas unidades consumidoras, em porcentagens previamente definidas por eles.

 
Como funciona a Geração em Condomínios?
Condomínios horizontais ou verticais também podem instalar microgeração solar e repartir os créditos entre os condôminos. Nesse caso, aplicável tanto a condomínios residenciais quanto comerciais, toda a energia gerada e injetada na rede pode ser rateada entre os participantes, sem necessidade de utilizá-la para redução da fatura de energia do próprio condomínio (consumo nas instalações internas – iluminação comunitária, elevadores, etc.).
No caso de autoconsumo remoto, geração compartilhada e condomínio, é necessário instalar o medidor bidirecional em todas as unidades cadastradas?
Não. É necessário instalar o medidor bidirecional apenas na unidade consumidora onde será́ instalada a micro ou minigeração. Para as unidades consumidoras que apenas receberão a energia excedente, deve-se manter a medição existente, ou instalar medidores convencionais no caso de novas unidades consumidoras.
Posso instalar um sistema de micro ou minigeração distribuída em minha empresa e utilizar os créditos de energia em minha residência?
Não. Para que o excedente de energia gerado em uma unidade consumidora seja aproveitado em outra unidade consumidora dentro da mesma área de concessão, é preciso que essas unidades consumidoras estejam enquadradas em uma das modalidades previstas na Resolução Normativa n° 482/2012, ou seja: empreendimentos com múltiplas unidades consumidoras (condomínio), geração compartilhada, ou autoconsumo remoto. O exemplo apresentado não se enquadra nas duas primeiras modalidades, pois não se constitui em um condomínio, e não há formação de consórcio ou cooperativa. Também, não se enquadra na modalidade de autoconsumo remoto, pois, para tal, é preciso que tanto a unidade consumidora com geração distribuída quanto a unidade consumidora que faz uso dos créditos de energia estejam sob a mesma titularidade (mesmo CNPJ ou CPF).
A cobrança da bandeira tarifária se aplica aos consumidores com micro ou minigeradores?
A bandeira tarifária deve incidir sobre consumo de energia elétrica ativa a ser faturado, ou seja, o valor líquido (consumo medido reduzido da energia injetada). Além disso, para o consumidor do grupo B, quando o valor a ser faturado for o custo de disponibilidade, a bandeira incide sobre o valor integral do custo de disponibilidade.
Como deve ser realizado o faturamento quando a micro ou minigeração distribuída está instalada em local diferente do consumo?

A Resolução no 482/2012 permite a instalação de geração distribuída em local diferente do ponto de consumo, a qual poderá́ ser classificada como autoconsumo remoto, geração compartilhada ou integrante de empreendimento de múltiplas unidades consumidoras (condomínios).

Para tanto, o faturamento deve seguir os procedimentos estabelecidos no art. 7o da Resolução Normativa no 482/2012, que podem ser resumidos da seguinte forma:


1. Para o caso de autoconsumo remoto e geração compartilhada, a energia excedente é a diferença positiva entre a energia injetada e consumida. Já́ para empreendimentos de múltiplas unidades consumidoras (condomínios), o excedente é igual à energia injetada;
2. Compete ao titular da unidade consumidora com micro ou minigeração distribuída informar à distribuidora o percentual da energia excedente a ser alocada entre as demais unidades consumidoras caracterizadas como autoconsumo remoto, geração compartilhada ou integrante de empreendimentos de múltiplas unidades consumidoras.
3. O valor a ser faturado é a diferença entre a energia consumida e o excedente de energia alocado no mês para a unidade consumidora, considerando-se também eventuais créditos de meses anteriores, sendo que, caso esse valor seja inferior ao Custo de Disponibilidade, para o caso de consumidores do grupo B, será́ cobrado o Custo de Disponibilidade.
4. Para os consumidores do grupo A, o valor mínimo a ser pago é a demanda contratada.
5. ROs créditos podem ser utilizados por até 60 meses após a data do faturamento.

A distribuidora pode negar a conexão de um micro ou minigerador?

Não. A distribuidora não pode se negar a atender uma unidade consumidora com geração distribuída que tenha atendido às condições de acesso estabelecidas na norma. Caso isso venha a ocorrer, o interessado deve prestar denúncia à ANEEL ou a Agências Estaduais Conveniadas.

Quando da conexão da micro ou minigeração ao sistema, cabe à distribuidora, na qualidade de responsável por garantir a prestação dos serviços públicos de distribuição de energia elétrica com qualidade e confiabilidade, encontrar soluções técnica e economicamente razoáveis para a conexão dos geradores e atendimento eficiente aos demais consumidores.

Posso ter mais de um sistema de micro ou minigeração, sob minha titularidade e localizados em regiões distintas?

Sim. A norma não veda situações em que um mesmo titular possua mais de um sistema de micro ou minigeração, localizados em regiões distintas, dentro da mesma área de concessão, mesmo que a soma das potências instaladas desses sistemas ultrapasse os limites de micro ou minigeração.

Posso arrendar meu telhado para outra pessoa ou empresa utilizá-lo para instalar micro ou minigeração distribuída?

Sim. Este tipo de empreendimento poderia se caracterizar como autoconsumo remoto, mas a unidade geradora a ser instalada não pode estar ligada ao mesmo medidor de energia do proprietário do telhado. É necessário que seja solicitada a ligação, naquele local, de uma nova unidade consumidora (com um novo medidor de energia) cuja posse seja em nome da pessoa/empresa que estará́ locando o telhado.

Posso ter mais de um sistema de micro ou minigeração, sob minha titularidade e localizados em regiões distintas?

Sim. A norma não veda situações em que um mesmo titular possua mais de um sistema de micro ou minigeração, localizados em regiões distintas, dentro da mesma área de concessão, mesmo que a soma das potências instaladas desses sistemas ultrapasse os limites de micro ou minigeração.

Ressalta-se ainda que essa nova unidade consumidora deve possuir potência disponibilizada com valor no mínimo igual à potência instalada do micro ou minigerador (parágrafo 1o do art. 4o da Resolução Normativa no 482/2012).

Deve-se observar que a Resolução Normativa no 482/2012 em seu art. 6-A determina que o consumidor não pode participar do Sistema de Compensação de Energia Elétrica caso tenha alugado ou arrendado terrenos, lotes e propriedades em condições nas quais o valor do aluguel ou do arrendamento se dê em reais por unidade de energia elétrica.

É possível a instalação de micro ou minigerador em unidade consumidora situada em zona rural?

Sim. A Resolução não faz restrição à localização do micro ou minigerador, desde que esteja associado a uma unidade consumidora e que a compensação dos créditos de energia se estabeleça na mesma distribuidora onde se encontram as demais unidades de consumo com as quais se deseja compensar o excedente de geração (art. 7o, Resolução Normativa no 482/2012).

Como o sistema funciona quando há tarifas diferentes ao longo do dia?

Se você possui tarifas diferenciadas no decorrer do dia, a compensação pela energia gerada além de seu consumo em determinado período do dia e, portanto, injetada na rede, será feita no mesmo período nos dias subsequentes (desde que dentro do mesmo mês de faturamento). 

Caso haja energia excedente num determinado período (por exemplo, no horário fora de ponta), os créditos poderão ser utilizados para abater o consumo em outro período (no horário de ponta, por exemplo). Todavia, nesse caso, a quantidade de créditos é multiplicada por uma relação de cerca de 60%. Assim sendo, o excedente de 100 kWh no horário fora de ponta seria convertido em 60 kWh para utilização no horário de ponta.

Quais os principais benefícios do sistema FV?

Os sistemas fotovoltaicos oferecem diversas vantagens para o sistema elétrico de um país, muitas delas relacionadas à redução de custos e que ainda não são consideradas ou quantificadas. Podemos citar:
1. Redução de perdas por transmissão e distribuição de energia, já que a eletricidade é consumida onde é produzida;
2. Redução de investimentos em linhas de transmissão e distribuição;
3. Baixo impacto ambiental;
4. Fornecimento de maiores quantidades de eletricidade nos momentos de maior demanda (ex.: o uso de ar-condicionado é maior ao meio-dia no Brasil, quando há maior incidência solar e, consequentemente, maior geração elétrica solar);
5. Não exigência de área física dedicada;
6. Rápida instalação devido à sua grande modularidade e curtos prazos de instalação, aumentando assim a geração elétrica necessária em determinado ponto ou edificação.

A energia gerada por meio da geração solar fotovoltaica possui a mesma qualidade da energia que consumo da distribuidora?

Essa é uma dúvida comum a quase todas pessoas que buscam a energia solar, seja para economizar, se ver livre dos reajustes tarifários da distribuidora, para adotar uma postura ambientalmente responsável ou mesmo como um diferencial competitivo.

No entanto, o que as pessoas não sabem é que a energia consumida através da geração solar fotovoltaica é exatamente a mesma da energia entregue pela distribuidora. É isso mesmo. O sistema On Grid (Conectado à Rede) é composto por equipamentos que convertem a energia solar captada em energia elétrica exatamente com as mesmas características da nossa rede, permitindo, inclusive, que o excesso de energia produzida e não consumida por seus equipamentos seja injetado na rede e convertido em créditos energéticos. Estes créditos podem ser aproveitados em outros endereços ou mesmo nos meses subsequentes, em que a energia produzida não for suficiente para fazer frente ao consumo.

Funciona assim:
1. É feita a captação da luz solar através dos painéis solares fotovoltaicos e, assim, é gerada a energia de corrente contínua (CC);
2. A corrente contínua passa pelo inversor solar e é convertida em eletricidade de corrente alternada (CA);
3. Tornando-se o mesmo tipo de energia oferecida pela distribuidora, uma parte gerada pelo inversor é utilizada pelos aparelhos eletrônicos do imóvel;
4. A energia excedente é transferida para a rede elétrica geral (e o proprietário recebe os devidos créditos);
5. Por fim, é realizado o monitoramento a fim de medir a geração versus o consumo de energia.
6. Nos meses em que a geração supera o consumo, o consumidor acumula créditos energéticos que podem ser consumidos em meses deficitários (em que o consumo supera a geração) ou mesmo em outras unidades consumidoras pertencentes ao mesmo titular.

A energia gerada por meio da geração solar fotovoltaica será suficiente para fazer frente a toda à demanda energética nos momentos de pico?

Essa também é uma preocupação comum às pessoas e empresários que querem economizar com a energia solar fotovoltaica, mas temem que esta energia seja insuficiente para manter seus equipamentos (domésticos ou empresarias) operantes, principalmente nos momentos de pico de demanda. Entretanto, no sistema On Grid (Conectado à Rede) esta preocupação desaparece, pois, como o próprio nome indica, este sistema é ligado à rede da distribuidora, que monitora constantemente a energia gerada versus a energia consumida, por meio de um sistema de compensação.

Assim, sempre que a geração for suficiente para suprir todo seu consumo energético, o excesso de energia gerado é transferido para a rede elétrica da distribuidora e convertido em créditos energéticos, que podem ser consumidos posteriormente ou mesmo transferidos a outra unidade consumidora, desde que seja do mesmo titular.

Já nos momentos em que o saldo for negativo, a diferença entre a energia gerada e a consumida será abatida dos créditos energéticos acumulados anteriormente. Quando estes créditos forem insuficientes para cobrir essa diferença, o saldo faltante é fornecido pela distribuidora. Ou seja, você nunca fica na mão!

O que acontece com a energia excedente?
No Brasil, o excedente produzido gera créditos, com validade de 60 meses, que serão usados para abater o valor da energia consumida quando você utilizar mais do que seu sistema produzir, como no período da noite. Outra possibilidade é a utilização destes créditos energéticos em outros endereços, desde que sejam da mesma titularidade e estejam dentro da área atendida pela mesma distribuidora.  
O sistema gera energia a noite?
Não, mas é dimensionado para suprir a demanda de consumo noturna com os créditos injetados durante o dia.  
O sistema fotovoltaico gera energia em dias nublados?
Sim. Os sistemas fotovoltaicos não precisam de um dia de céu limpo com muito sol para operar. Na verdade, mesmo em dias nublados eles produzem energia elétrica, porém numa intensidade menor do que em dias claros. 
O sistema de geração solar fotovoltaica oferece algum risco?
O sistema de geração solar fotovoltaica não interfere nas instalações elétricas do imóvel nem exige reformas ou obras, não necessita operação por parte do usuário e, portanto, não oferece riscos. O monitoramento do sistema é feito de forma remota.
Como ocorre a instalação dos painéis fotovoltaicos?

Quando for instalar os painéis fotovoltaicos, você precisa, antes de tudo, entrar em contato com a Sol de Minas. Nós iremos fazer um projeto para melhor te atender e intermediar o contato com a distribuidora de energia da sua região. A distribuidora então vai até o seu imóvel conferir o projeto e, após alguns dias, homologa a instalação dos painéis fotovoltaicos e inversores.

Depois de instalados, a distribuidora volta para colocar um relógio próprio, para conferir o consumo de energia do seu imóvel e quanto ela irá gerar em créditos. O excedente de energia que você gerar será convertido em créditos, que podem ser utilizados em até 5 anos.

É necessária alguma adaptação em minha casa ou empresa?
Não, você pode utilizar a fiação elétrica já existente da sua casa ou empresa, bem como o seu telhado ou laje para fixação dos painéis. A concessionária deverá trocar o relógio de força por um relógio bidirecional. Caso você ainda não tenha construído sua casa ou empresa, o ideal seria que o telhado fosse voltado para a linha do equador (ou Norte, na maior parte do Brasil) para melhor aproveitamento da energia solar.
Posso aumentar a quantidade de placas depois de instalado?
Sim, o sistema poderá ser facilmente aumentado sempre que necessário ou desejado.
Tem que fazer manutenção no sistema?
A manutenção é mínima e se consiste apenas na limpeza das placas quando há acúmulo de poeira e folhas. De modo geral, não é preciso limpar os módulos fotovoltaicos, já que, devido à sua inclinação, a própria chuva encarrega-se de fazer esse trabalho. Contudo, se os módulos forem instalados com pouca inclinação (cidades próximas à linha do Equador, por exemplo) ou estiverem perto de locais onde há muita poeira ou particulados no ar (aeroportos, fábricas, etc.), faça um acompanhamento para observar se há um depósito muito grande de poeira, fuligem ou outro elemento sobre os módulos, já que isso pode reduzir a eficiência do sistema.
Qual tecnologia é a mais confiável?
O que irá garantir a confiabilidade do sistema instalado são a qualidade na fabricação dos equipamentos (o que pode ser verificado com testes de qualidade realizados no processo de certificação) e a instalação correta (existem, por exemplo, características técnicas que obrigam determinados módulos a serem instalados com inversores específicos). O principal risco à confiabilidade do sistema é, na verdade, a inexperiência e falta de conhecimento no momento da instalação e dimensionamento.
Quais dados são necessários para dimensionar um sistema fotovoltaico?
Para uma análise preliminar, basta a conta de energia, pois nela já vem o endereço e histórico de consumo. Em casos particulares, é necessária uma visita ao local para sanar algumas dúvidas de sombreamento e local de instalação.
Quanto pesa uma placa fotovoltaica?
Entre 23 e 27 Kg aproximadamente
Quanto mede uma placa fotovoltaica?
Pode variar. Mas em média mede ente 1,60 e 1,90 metros quadrados.
Chuva de granizo danifica as placas?
Não, as placas são protegidas por um material que resiste até a pedras de 5 cm de diâmetro.
Quanto tempo demora para instalar um sistema?
Cerca de um dia para sistemas residenciais.
O que são Micro ou Minigeradores Solares Fotovoltaicos?

Microgeradores e minigeradores solares fotovoltaicos (FV) são sistemas de geração elétrica de pequena e média potência, normalmente instalados para produzir energia suficiente para alimentar uma casa, um edifício ou, até mesmo, um galpão de uma indústria.

Microgeradores são sistemas com potência igual ou de até 75 kW, e minigeradores, acima de 75 kW e até 5 MW, segundo a Resolução Normativa REN 482/2012 da ANEEL, que foi recentemente alterada pela REN 687-2015.

Quais as diferenças entre as energias térmica e a fotovoltaica?
O calor do sol não influencia na geração de energia elétrica, somente a incidência de raios solares. No entanto, existe energia solar térmica e energia solar fotovoltaica. Qual a diferença entre as duas? Lembre-se que a energia solar não muda, o que altera é a forma como ela é transformada nos sistemas. A energia solar térmica apenas aquece o sistema hidráulico, deixando a água do banho e das torneiras quentinha e agradável. Já o sistema solar fotovoltaico age não só no sistema hidráulico, mas também no sistema elétrico, auxiliando o funcionamento de aparelhos eletrônicos, maquinário, lâmpadas, refletores, dentre outros. Dessa forma, ela é muito mais vantajosa.

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